Notas de imprensa

 
 

O consumo de tabaco de contrabando na região da Extremadura cai em picado

quarta-feira, 04 outubro 2017

  • Em 2017 representa 1,6% do total consumido no território nacional. É a maior descida dos últimos tempos.
  • Porém, o conjunto do Estado sofre um ano de aumento do contrabando, que representa 10,3% do consumo a nível nacional.
  • Mais de 30% do tabaco ilícito consumido em Espanha é proveniente de Gibraltar.

A Altadis publicou hoje os dados do Inquérito de maços vazios da consultora Ipsos, correspondentes ao segundo trimestre de 2017, durante a apresentação à imprensa do 3º Congresso Nacional contra o Contrabando de Tabaco que se vai realizar amanhã.

O estudo revela que 10,3% do tabaco consumido em Espanha durante este ano é de origem ilícita: um volume dois pontos percentuais acima do do mesmo período do ano passado, o que pressupõe encadear um ano inteiro de aumento e romper a tendência descendente que se produzia desde o final de 2014, que conduziu ao consumo de tabaco de contrabando no nosso país ao seu nível mais baixo em cinco anos em meados de 2016, ao situar-se em 8,2%.

Porém, a análise por Comunidades Autónomas mostra uma tendência oposta no comportamento de algumas comunidades. O caso mais notável é o da Extremadura, que passou de ser uma das regiões com maior índice de consumo de tabaco ilícito, a ter um dos volumes mais baixos a nível nacional. Em 2017, apenas 1,6% do produto consumido na região é ilegal, volume que contrasta de maneira muito acentuada com o registado há cinco anos, quando a percentagem era de 44 pontos. É a maior descida constatada em Espanha nos últimos tempos, devido, possivelmente, ao aumento do contrabando de folha de tabaco picado, cujas apreensões aumentaram nos últimos meses na região.

Contudo, os dados da IPSOS não medem o contrabando de folha de tabaco picado, cujas apreensões aumentaram nos últimos meses na região. Este aumento poderia indicar uma maior trasfega ilegal deste tipo de tabaco e, por consequência, que a redução no contrabando de cigarros refletisse uma certa trasfega para esse outro tipo de contrabando.

Relativamente à origem do tabaco de contrabando, o estudo da Ipsos volta a colocar Gibraltar à frente, dado que 30,3% do produto ilícito procede do penhasco. Em contrapartida, Andorra e as Ilhas Canárias situam-se a uma grande distância e representam, respetivamente, o 9,3 e o 5% do total.

Na sua intervenção durante a roda de imprensa realizada esta manhã, Rocío Ingelmo, diretora de Assuntos Corporativos e Legais da Altadis, afirmou que “o contrabando em Espanha é um problema de tabaco genuíno, não falsificado”, e que, portanto, só se pode derrotar o mesmo “se os fabricantes participarem de uma maneira ativa e decidida na solução”. Para esse fim, Ingelmo pediu ao sector que “limite a exportação para mercados em que a carga fiscal é muito menor e selecione cuidadosamente os distribuidores e exigir-lhe que controlem os seus clientes”.  Ingelmo também assinalou a necessidade de consciencializar os agricultores para evitar que a folha de tabaco picado se converta num problema no nosso país.

3º Congresso Nacional contra o Contrabando de Tabaco

O anúncio destes dados e conclusões realizou-se durante a apresentação da terceira edição do Congresso Nacional contra o Contrabando de Tabaco, que decorrerá amanhã em Madrid.

Este encontro, realizado nos dois últimos anos em Sevilha e enquadrado no plano de ação «NÃO Contrabando» (nocontrabando.altadis.com) da Altadis, espera reunir cerca de 600 pessoas, a grande maioria proprietários de lojas de tabaco, para abordar o impacto negativo do comércio ilícito de tabaco na sociedade e promover a colaboração entre empresas, administrações e forças e corpos de segurança do Estado para combater conjuntamente este delito.

Na presente edição o congresso contará com a presença do ministro de Administração Interna, Juan Ignacio Zoido, encarregado da inauguração, e do secretário do Estado das Finanças, José Enrique Fernández, que encerrará o mesmo, assim como uma representação de proprietários de lojas de tabaco da Extremadura.

O Congresso Nacional contra o Contrabando de Tabaco pode ser seguido também através de streaming na web nocontrabando.altadis.com.


 
 

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